Um fornecedor de identidade, todos os acessos da equipa
O IdP da Vigilioo dá à equipa um login único para entrar nos sistemas — e dá à empresa o controlo de quando, de onde e por quanto tempo esse acesso vale. Identidade, jornada e dispositivo na mesma política.
1 login
Para todos os sistemas
MFA
Segundo fator no acesso
Por turno
Janela em que vale
Em segundos
Para revogar o acesso
O conceito
O que é um provedor de identidade (IdP)?
Um provedor de identidade — Identity Provider, ou IdP — é o serviço que guarda quem é cada pessoa da empresa e responde por ela quando um sistema pergunta se aquele acesso pode ser liberado. Em vez de uma palavra-passe por ferramenta, a pessoa se autentica uma vez e o IdP abre o resto: é o que o mercado chama de SSO, o login único.
Na Vigilioo o IdP não para na porta de entrada. Como a mesma plataforma administra o dispositivo, o acesso pode depender também do turno, do tempo de inatividade e do estado da equipamento — e ser cortado no mesmo lugar em que foi concedido.
Login único (SSO)
Uma autenticação abre os sistemas que a empresa liberou para aquele cargo.
Segundo fator
MFA no login e em ação sensível, com política de palavra-passe definida pela empresa.
Acesso por jornada
A sessão vale dentro do turno; fora dele, o acesso simplesmente não abre.
Revogação imediata
No desligamento, um clique encerra a sessão nos sistemas e no dispositivo.
Na prática
O que a Vigilioo entrega como provedor de identidade
Do primeiro login da pessoa até o desligamento — com o dispositivo dela na mesma conversa.
SSO nos sistemas da empresa
A pessoa entra uma vez e abre o que o cargo dela permite, sem repetir palavra-passe em cada ferramenta.
MFA e política de palavra-passe
Segundo fator obrigatório, expiração e complexidade mínima definidas pela empresa, não por quem usa.
Permissões por cargo (RBAC)
Quem vê o quê no painel e o que pode executar — inclusive quem tem o poder de bloquear um dispositivo.
Controlo de turnos
Expediente, carga horária e regras de hora extra por dispositivo, apurados pelo próprio agente.
Bloqueio por inatividade
Sem teclado e mouse pelo tempo que a política definir, a sessão cai e o ecrã trava sozinha.
Bloqueio cautelar do dispositivo
Na suspeita de incidente, a máquina é travada remotamente e o acesso da pessoa é suspenso na mesma ação.
Jornada
O acesso segue o expediente, não o contrário
A identidade é a mesma o dia inteiro; o que muda é o que ela pode fazer a cada momento da jornada.
Controlo de turnos
Entrada e check-out apurados pelo agente. Fora da janela do turno o acesso não abre — e o que acontece fora dela fica registado.
Bloqueio por inatividade
Passado o tempo definido sem teclado nem mouse, o ecrã trava e a sessão expira. O dispositivo esquecido aberto deixa de ser um risco.
Horas extras com regra
O trabalho além da carga horária vira saldo, com alerta para o gestor e limite por política — em vez de aparecer só no fechamento do mês.
Bloqueio cautelar
Em suspeita de vazamento ou uso indevido, um clique tira o dispositivo do ar e encerra o acesso da pessoa em todos os sistemas.
Ciclo de vida
Da admissão ao desligamento, sem acesso órfão
As quatro etapas em que uma identidade nasce, trabalha, muda e morre dentro da empresa.
Admitir
A pessoa entra com cargo definido e recebe só os acessos daquele cargo.
Autenticar
Login único com segundo fator, no dispositivo que a empresa reconhece.
Acompanhar
Turno, inatividade e ação sensível ficam na trilha de acesso.
Revogar
No desligamento, sessão e acessos caem juntos — inclusive no dispositivo.
Dúvidas
Perguntas frequentes sobre IdP e SSO
O que as áreas de TI, segurança e RH costumam perguntar antes de fechar.
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